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domingo, 18 de agosto de 2013

Levino Ferreira: mestre vivo do frevo


Na minha última visita ao Recife no mês de maio, fui com a intenção de aprender a tocar o cavaquinho, um instrumento de quatro cordas.

Eu, que as vezes acredito na casualidade e outras na causalidade, vim a parar nada mais e nada menos que na Academia Espaço Musical Levino Ferreira. Quando cheguei lá, e como acontece as vezes, fiquei decepcionado um pouco com o lugar: apenas um quarto com duas pequenas salas e um banheiro mais que discutivel do punto de vista da saúde, mas tudo isso sae fora quando um volta a realidade e pensa que está no Brasil e que o Senhor Lúcio Sócrates, diretor da academia ate paga uma fortuna por aquele espaço na 14º andar dum predio no centro da cidade antiga de Recife.

Como contrapartida e como tambem acontece sempre que volto, o brasileiro é muito hospitaleiro por natureza pode ser que ate demais, muito apaixanado mas tuda paixao sempre morre quando a novidade acaba. Pois es, como disse, encontrei a um excelente pessoal com a disposição de me oferecer tuda sua ajuda no aprendisagem do instrumento além de me oferecer sua amizade para outras voltas ao Recife.



Lúcio ia ser meu professor de cavaquinho. Ele pideu-me tocar alguma coisa para saber meus conhecimentos, mas disso que falava antes da causliadade ou casualidade, eu interpretei Lágrimas de folião de Levino Ferreira. Lúcio não saia do surprisso e ele me perguntou se eu sabia que aquila música que estava malinterpretando era do seu avo Levino Ferreira e que a Academia levava o nome de dele pela grande admiração que sentia.

Levino Ferreira es ao frevo como Jacob do Bandolim pode ser pra o choro, eu diria ate mais, poderiamos dizer que foi o precursor do frevo.

Aos oito anos de idade apresnetou-se tocando a trompeta na banda do maestro Tadeu de Bom Jardim Mas era tanto o grande talento daquele menino, que nao foi suficiente e aprendeu a tocar tudos os instrumentos da banda e substituindo aqueles músicos que faltavan nos ensaios o apresnteçopes-

Em  1910 começa a década como diretor das bandas ja como eximio instrumentista. Muda-se aOrobó para dirigir a banda e voltou a Bom Jardim como diretor da banda Vinte Dois de Setembro da que teve um grande  recohecimento e chamada para organizar e dirigir bandas do interior de Pernambuco.

Na década de 1930 suas composiçoes comezaram a ser conhecidas em Recife e editadas pela Casa Azevedo Junior.

A idade de 45 anos, recebeu um comvite do maestro Zumba e mudou-se a Recife, o mesmo ano que foi campeão do Concurso de frevo da cidade com Satanás na Onda. 

Nessa data o maestro Nelson Ferreira com a intenção de divulgar na radio o carnaval e o frevo, juntou os melhores músicos para sua orquestra, entre eles Levino Ferreira.

Em 1937 trabalha para diferentes radios recifenses fazendo parte da Orquestra de Radio Clube de Pernambuco e da orquestra Sinfónica de Recife.
Em 1970, ano do falhecimento, a prefeitura de Recife e a Empresa Metropolitana de Turismo criaram o trofeu Levino Ferreira, destinado a homenajear os clubes sociais de Recife. No 1971, recebeu postuma a medalha do mérito da cidade de Recife.

 Aliás do frevo, Levino compos valsas, dobrados, maracatús, choros e música sacra.

Na música erudita compos a peça "Dança do cavalo marinho" apresentada na França e na Ingalterra.

Falar de Levino Ferreira es falar de folia, carnaval da rúa e es claro, de frevo, do que foi, uns dos maiores representatnes.

Para mim, foi uma grande honra ter tido ao seu neto como professor e com ele, ao equipe da academia como amigos.




sábado, 10 de agosto de 2013

Alceu Valença: ante todo, o dever consigo mesmo

Alceu Valença é uma dessas personalidades elétricas em quanto tanto atrai como repele. Asisti ao video aqui que agora compartilho com vocês numa entrevista bem interessante onde o musico, cantor e compositor pernambucano reflete sobre a arte, a música, a sociedade e a Humanidade em geral. Espero saiban obter o maximo beneficio dele.

http://www.youtube.com/watch?v=ylvTwJgJ9nQ

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Brasílio Itiberë: as semilhas do nacionalismo brasileiro


Ninguém dúvida que a tradição musical brasileira, ao menos, a oficial  nos parámetros que chamamos “occidentalizantes”, tem uma divida com a Companhia de Jesús, da mesma maneira que na Europa acontece na  Idade Media com a “culturização” da música.

O desempenho das missóes no rito católico espalhou tambmém o desenvolvimento da vida musical no Brasil. Tanto isto é assim, que Alberto Nepomuceno (1864/1920) junto a outros compositores ou pessoas do clero, fizeram uma defesa da música sacra nas igrejas de tudo o país.

De lado, das breves linhas do acesso a chame-se música erudita, o século XIX, como era nota característica na Europa estava cheio de intenções e intereses nacionalistas no Brasil, na procura da sua propria identidade.

Brasílio Itiberê é para muitos, o máximo representante desse movimento.

Nacido em Paranguá, atualmente na cidade de Curitbá no ano de 1.864, Brasilío da Cunha vem duma familia culta e acomodaticia. Sua irmã María Brasília e sua mãe María Lourença, junto com seu pãe João Manuel foram suas primeiras referencias musicais. De fato, a vida musical da familia estava cheia de atividades musicais nos saraos, festas e celebraçoes que se organizam por conta de João Manuel e dum grupo de músicos que tocavam as vecez com ele.

Brasílio, segundo o musicólog Vasco Mariz adotou o sobrenome de Itiberê do río que desagua na Baía de Paranagua e foi aceitado pela familia.

Mas não podemos afirmar que Brasílio dedicou sua vida exclusivamente a músia, foi para São Paulo e fez estudos de Direito, apôs foi funcionario diplomata em alguns países inclusivel Italia e Alemanha que aportaram também conhecimentos musicais.

Ainda asím, o catalogo musical de Brasílio sorprende para quem apenas foi um músico diletante ou amador (entenda-se o termo como aquele que não tem seu sustento nisso). Tem 41 opus reconhecidas além de peças fora de catalogo.

Não só o talento creativo mas também um grande intérprete ajustado a época, o seja, dum virtuosismo exemplar no piano e tocando o violino.

A sertaneja op. 15 1.869 parece ser a que define o projeito de identidade brasileira, só que como tantos outros compositores da época tem polcas, mazurcas, e outras danças da cultura europea.

A importancia de Brasílio Itiberê ultrapassa os limites do dado biografico e abre as portas a expansão cultural como a Sociedade de Cultura Artística Brasilío Itiberê (1.944/1.978) e que torna-se na Orquestra Sinfónica da SCABI (OSS) de Curitiba que mamtem viva a atividade musical seja como concertos ou formação de músicos no Conservatorio. Intérpretas que serão a semilha das novas geraçoes e o desenvolvimento musical no Brasil e esperamos que deles e delas, srujam muitos Itiberê.

BIBLIOGRAFÍA CONSULTADA.

Neves, José María Brasílio Itiberê: vida e obra

De Medeiros, Alan Rafael Sociedade de cultura artística Brasílio Itiberê (SCABI) http://www.artes.ufpr.br/musica/mestrado/dissertacoes/2011/Disserta%E7%E3o%20ALAN%20R%20MEDEIROS2011.pdf

AUDIOS: