Translate

Store berkekê

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Qual é o caminho da música do seculo XXI?

Ninguém poderia adivinhar aonde vai a música do seculo XXI e quando falo de música com certeza não estou falando do espetáculo, algo apenas que fica na sociedade de consumo e nos mundos da mercadoria. Não, a música legitima de sim mesma tem outros horizontes que geralmente ninguem impõe apenas acontece as vezes.

O talentoso Julio Pereira (Moscavide, 1953) tem demostrado e alguns outros artistas dos que gostaria chamar "universalistas" mesmo que o Universo seja bem maior e nada sabemos doutras vidas fora da Terra, estão no caminho duma nova aventura para a música e sua historia.

Es dificil não encontrar alem das misturas estilisticas musicais, instrumentos que não são proprios dum estilo ou país, regiaão, etc. ate com duvidoso sucesso e ouvido uma das músicas do Maden in Japão no shamisen ou música original rock tocada nesse instrumento.

O século XXI constitui uma rede de pontes que fazem de nosso planeta um lugar onde todo fica perto e assim como acontece na música, noutras artes também há uma tendencia no conceito de "universalidade"

A verdade, eu que sou um grande defensor da música tradicional que tomou a maior relevância no seculo XIX quando a musicologia começa a dar seus prmeiros pasos serios, sinto um grande temor porque acabe-se perdindo tudo aquilo e por muito que a UNESCO queira conceder ao fado ou ao flamenco como bems imateriais da Humanidade não acho que seja suficiente, es mais, penso que tem o mesmo temor que eu que um dia desapareçam para sempre.

Não há um termo meio, um continua com a tradição (chama-se de conservaduristas) ou dá um paso na frente (inovadores).

Mas eu acho que a convivência es possivel como o barroco perdorou no tempo alem do clasicismo, romanticismo e s. XX.

Para a supervivência das musicas tradicionais es necesario algumas condiçoes:

1ª Tem que ficar bem definidaas: um fado é um fado e não é outra coisa
2ª Es precisso e urgente que nossas crianças toem a serio a cultura e a tradiçao daqueles lugares onde moram, mesmo da mão do seus pais, mesmo das instituçoes educativas.
3ª O ensino daquilas músicas é fundamental para não morrer. Não podemos permitir que os instrumentos que alguns estão ficando na sua extinção por falta de interpretes fiquem esquecidos da memoria coletiva dum país.

Nada tenho contra os universalistas, mesmo que ate eu faço isso nas minhas composiçoes, pelo contrario, a música tem que continuar e es um caminho como outr qualquer que um chinese interprete música com cavaquinho ou um português faça com um pipa. Com certeza, a música vai ser enriquecida pelas aprotaçoes de cada um deles.

Júlio Pereira, como musiclogo, acho que compartilha o criterio que agora esponho, de fato na web do artista tem um link num porjeto interesantisimo do cavaquinho.

Para quem quiser visitar

Julio Pereira web

Associação cultural museu cavaquinho

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Trío Fado: longe da terra

As vezes um consegue perguntar-se por qué tantos artistas que fazem música tradicional tem que ir para outros lugares e daí o sucesso. Es verdade também que hoje as distâncias ficaram no pasado com a internet, mas ainda assim eu acho que aquilas pessoas que mostraram um grande talento com música tradicional tem que sentir uma grande trsiteza de tão longe, noutra cultura mesmo que a música está cada día mais globalizada, de não ter o contato com as pessoas que nasceram, viveram e morreram escutando fado toda sua vida.

Com certeza isto não é uma excepção, eu tenho amigos guitarristas que fazem shows em Japão de música tradicional andaluza.

Mas com tudo direito, o trío fado é uma formação musical que tem demostrado uma grande qualidade e um enorme respeito pelo fado.

María Carvalho na voz, Antonio de Brito, voz e viola e Daniel Pincher na guitarra portuguesa junto com o chellista Benjamin Wallbodt tem consolidado sua carreira musical na Alemanha mas nada tem da terra de Bach sua música, um fado de sempre, sentimental, puro, bem trabalhado.

No ano 2.013 deram a conhecer seu album Portolisboa.

Os destinos das pessoas são assim mesmo de incomprensiveis, mas quem um dia partiu, também voltou pra ficar ou pra matar a saudade. Seja como seja, eu desejo o melhor e uma longa trajetoria musical para o Trío Fado.

Portolisboa CD Baby

Web Trío Fado