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quinta-feira, 8 de outubro de 2015

De volta com o sertão

Temos falado aqui do grande Renato Teixeira como uns dos mais importantes músicos resgatando la música capira o sertaneja, termo ainda dificil de definir.

Outros nomes tem espalhado o Brasil todo de Norte a Sul e de Sul a Norte com um gênero vamos dizer muito mais profundo que outros que deram sucesso ao Brasil para o resto do planeta e mais atuais que ele: a música sertaneja.

O mais interesante es as grandes diferenças que co-existem entre cada lugar onde o sertão, essa paisagem do agreste que muito bem descreve Jorge Amado em algumos de seus melhores livros, onde a modernindade não colocu seu pé, sem que isto seja bom ou mal, simplesmente acouteceu e consegueu que a música sertaneja fose mais "limpa" de qualquer outra influença. es claro, sem falar do seu passado colonial.

Se você escuta hoje música sertaneja feita por novos cantores, tal vez fique decepcionado. A verdade, a sertraneja só por levar sanfona, chapeú de cowboy não é suficiente e o conteúdo tem perdido muita qualidade, ao menos aqueles que ficam na midia e que configuram o menu que os produtores quem vender.

Há três nomes importantes que gostaria fossem mais conhecidos pelos leitores internacionais: Elomar, Xangai e João do Vale.

São os dois primeiros do cartaz bahiano e quase com uma diferença duma geração mais ou menos. Se você ainda não tem escutado (que não ouvido) a Elomar Figueira Mello, dificilmente pode entender a música sertaneja feita em Bahia. Tem um estilo muito personal, proprio e linguagem sertaneza como ele gosta de dizer. Especialmente são obrigadas suas Cantorias (1.984). Diz ele: " só é cantador, quem traz no peito, o cheiro e a cor da sua terra ...".

Eugenio Avelino, que foi chamado de Xangai pelo nome duma sorveteria do seu pai, é um cantor e compositor que tem continuado a tradição musical de Elomar, com quem participou nalguns dos seus albumes. Era normal ou possivel, que um filho e netro de sanfoneiros ia continuar o caminho da familia. Junto com Teixeira, Xangai forma a velha guarda da música sertaneja e são mestres vivos que merecem o maior respeito e reconhecimento.

Doutro lado, no estado de Maranhão, João do Vale es uns dos artistas mais importantes, suas músicas tem sido cantadas por milhares de cantores e cnatoras e es uma parte ja da historia da música popular brasileira.

Três nomes que não pode esquecer para entender como uma música que fala das coisas tradicionais, da terra, das gentes, dos sentimentos, da historia, em definitiva, do vivido e por viver mesmo a sociedade capitalista queira derrubar qualquer passado e raiz, que está impregnado na vida de qualquer brasileiro ou brasileira que sente e dá seu lugar a cada coisa, que dança entre a modernidade e a tradição. Ate aqui, o Brasil de Mario de Andrade e a identidade, apôs, ninguem sabe nem Brasil nem em qualquer canto do planeta, cada vez mais homogéno, cada vez menos homens e mulheres, cada vez mais robots.

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Acordeão, sanfona ou gaita? sei lá...

Es sem dúvida uns dos instrumentos mais usados na música popular do qualquer canto do planeta, também na chamada música erudita com uns dos maiores representantes: Astor Piazzola, quem após do tempo foi reconhecido como um dos gënios não somente como instrumentalista mas como compositor.

Não há lugar onde o acordeão, mesmo sem ser tocado, não seja conhecido. Está presente na cultura europea da qual saiu para outros continentes como América.

Nuns dos meus artigos dediquei um homenagem ao grande músico e compositor Renato Borghetti, quem além disso está trabalhando no sul do Brasil para que a gaita ponto (uma das variedades do acordeão não fique no mais absoluto dos esquecimentos). Mas vamos fazer um pouco de historia do acordeão no Brasil.

A data que os historiadores marcam na chegada do instrumento fica de 1.835 ate 1.851. Há quase mais de 20 anos e isso es muito tempo, daí um pensa que não há muito estudo ou conhecimento exato disto.

Es mais provavel que fosse da mão dos migrantes da Alemnha, Italia, Portugal e Espanha. Dos primeiros es mais provavel que ficase na zona sul do país onde assentaram as colòlonias como Santa Catarina, Porto Alegre, etc. Italianos ficaram mais no centro-oeste do país e es provavel que Portugueses, espanhois (menos provavel) e holandeses chegaram ao nordeste, especialmente ao Estado de Pernambuco quem mantem uma grande tradição musical. Em qualquer dos casos, o acordeão ficou como instrumento proprio da música sertaneja e gaúcha.

Alguns acham que o acordeão, chamado sanfona no nordeste e gaita no sul (sem especificar diferenças) es apresentado na música sertaneja do século XIX que até então eram tocadas com violas, violões, percussão e rabeca; e que o motivo da mudança, o seja desses instrumentos ao acordeão foi que tem mais sonoridade, potencia, etc. Eu não concordo com a hipoteses, mas bem foi um elemento mais que jountou-se a eles, ja que na Europa era proprio das polkas e valsas do século XIX, o seja, da música para dançar pelas suas capacidades ritmicas.

Ninguém sabe exatamente como um instrumento imprescindivel na música sertaneja chegou, qual foi a data, mesmo ninguem acredite na música sertaneja sem um acordeão do seu lado.

Também há quem pensa num origem ancestral do instrumento, na China, um instrumento de sopro chamado Sheng. A posibilidade está aberta mesmo conhecendo que Marco Polo (italiano) esteve na China isso considerando que os primeiros acordeões fossem italianos. Outra hipoteses es que ele foi levado a Russia e de lá sofreu inúmeras transformaçoes passando pela Alemanha.

Mas voltando ao Brasil, o certo, es que no ano 1.875 o acordeão ja era fabricado no Brasil da mão dos italianos Tulio Veronese e o casal Cesare Arpini e María Saboia.

Como gosto pouco de fazer lista, adiciono o link onde podem encontrar muita mais informação dum dos instrumentos mais adaptaveis a qualquer estilo musical popular. Fique a vontade e faça sua eleição.

Historia do acordeão









                     

sexta-feira, 26 de junho de 2015

A mulher na MPB

Geralmente não gosto de fazer distinções entre homens e mulheres, ainda menos se falamos da arte, mas é verdade que a mulher na MPB (Música Popular Brasleira) tem demostrado um lugar importante na historia da música brasileira.

Fica longe, mas na memoria, Carmen Miranda, sem dúvida uma das melhores embaixadorsa do Brasil para o resto do planeta. Apôs dela, e sem vontade de desmoerecer o grande talento de outras da sua geração, está a grande Elis Regina, cantora inmortal.

O mais destacavel ao falar de cantoras no meu post é não só a qualidade e capacidade natural para cantar, compor ou interpetrar, senão também a sorte de ter uma voz personal, propria, inconfundivel e privilegiada.

Poderiamos fazer uma classificação em duas formas de cantar:

A voz doce, sensual, aguda como Joyce, Gal Costa ou Leila Pinheiro entre outras e a voz forte, marcante de cantoras como Alcione, Martnalia, María Bethania ou Simone.

Tem outras vozes que além do talento natural, foram educadas e melhoradas como Mônica Salmaso, uma artista que fica muito perto da voz operística mas tambem da MPB.

A fila é inumera, há muitas cantoras com sucesso não tanto pela fama senão pela qualidade.

Fora daquilas geraçôes fundamentais para reconhocer a historia musical do Brasil, hoje cada vez es mais dificil encontrar uma voz com uma personalidade sem ter que tirar do livro das comparações. A música no Brasil tem logrado em quase quatro décadas a maior concentração da arte e não só ja no niver feminino, também em geral muito dificil de se repita. Ë verdade, no resto do planeta a situação não é muito melhor, de fato, a arte em geral tem experimentado um retrocesso na qualidade e na criatividade a excepção de alguns artistas, pela genialidade, tem a capacidade de sobrevivencia e não entrar no circo da midia que gosta tanto dos clones porque isso é garantia de sucesso, especialmente económico.

Sei que estão faltando muitos nomes aqui, e peço desculpas que não é por desconhecimento nem reconhecimento de seu talento senão para não cansar e marcar em destaque daquilas mulheres que deram ao Brasil um rico leque de estilos, criatividade e dedicação.


sexta-feira, 12 de junho de 2015

Osvaldinho da Cuica: o mestre da cuica

Alguma vez tenho falado aqui da minha grande paixão pelo instrumentos musicais sejam do lugar que sejam.

A cuica es um desses que consegueu-me apaixonar, será porque quem ainda nunca me conheçeu não encontrou em mim o lado engraçado ou poque manteno oculto demais.

Es a cuica um instrumento duma sonoridade contagiosa, ninguem pode se resistir a ela e tem a capacidade de tirar o baixo astral de qualquer.

Lembro, numa das minhas visitas a Recife numa loja de instrumentos perguntei se era possivel de ele me ensinar uma cuica, era assim tanta minha curiosidade. Infelizmente aquele moço no sabia toca-la e apenas fiquei sabendo cómo ela é capaz de falar, rir, chorar, imitar animais, sons, etc.

Apôs de tantos anos comprei uma cuica, era quase uma obrigação fazer isso numa espera tão longa, e fiquei feliz com minha cuica mesmo não seja a melhor cuica do planeta nem do Brasil.

Foi aí que encontrei a Osvaldinho da Cuica na net e não tinha palavras para explicar como ele faz o que consegue com esse instrumento apenas tão simples.

Mas só um paulista nascido no Carnaval de 1.940 pode ter o privilegio disso. Mais ou menos que a fascinação que ele sinteu a primeira vez que escutou uma cuica foi similar aquila que eu tive, só que ele dedicou toda sua vida a ele e aí que existe a primeira diferença entre um mestre e um simples apaixonado.

Era Osvaldinho (Osvaldo Barro) engraxate de apenas 14 anos e quens lhe conheceram naquele tempo falam que tinha tal sentido do ritmo que era dificil um grande músico não nascera daquilo. Com certeza foi assi mesmo que a longa carreira do embaxaidor do samba paulista, homenajeado em inumeras ocasões chegou não só a tocar como ninguem a cuica, mesmo a compor, arranjar, cantar e outras tantas tarefas que qualquer músico inveja.

Além disso, Osvaldinho conheceu e conhece a tantos grandes nomes da música brasileira que ficam na sua procura como quem quer ensinar a melhor das joias. Desses grandes da música brasileira está Adoniram Barbosa uma peça imprescindiver para entender o samba paulista.

Faz uns meses, Osvaldinho commemorou seus 75 anos de idade. Eu acho que apòs de sua grave doença a quem ganho a batalha com a melhor das armas: sua cuica, Osvaldinho continua com uma grande vontade de oferecer sua arte. Parabens mestre , não deixe você  de espalhar por todo o Brasil a ritmo de cuica seu talento, quando sua cuica fala, um sorriso chega e es capaz de transformar a vida duma pessoa.

sábado, 23 de maio de 2015

Agora Así en la Tierra.. 2.008 (Assim na Terra...) na radio berekekê

Caros amigos:

Agora o álbum Así en la Tierra... (Assim na Terra..) 2.008 disponiver para escutar na radio berekekê. Aproveita essa oportunidade, apenas só 5 €/ mênsais.

Cadastrese no site oficial e escuta os quatro primeiros albumes da discografía quando e onde quiser, sem horario limitado.

Mais informação no site oficial.

Website Oficial berekekê 

terça-feira, 12 de maio de 2015

Plateroideología agora também em Soundcloud

Tem adicionado também o album PLAYEROIDEOLOGÍA 2.006 remasterizado no mesmo pacote, pague 5€ mensais e escute as vezes que quiser os três álbumes sem tempo limitado.

Acessa na Web Oficial e assine:

Web Oficial berekekê

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Lenine: o terço lado

O Estado de Pernambuco, Brasil tem sempre em destaque uma importante cultura artística e criativa. Há muitos músicos, compositores e aritstas em geral que nasceram lá no ponto onde Europa chega mais perto, inclusivel antes de Rio e São Paulo. Especialmente, o nordeste brasileiro es mesmo um encontro de civilizaçoes nas quais misturam-se os nativos, que por direito proprio fazem reconocivel a inmensa floresta brasileira, os que chegaram na escravidão, vitimas do espíritu selvagem do ser humano que achava as diferenças na cor da pele e estão aquilos, que nunca foram bemvindos (nem siquer hoje em dia), os europeos que ficam na Historia muito mal, como o vilão. Algo tem de certeza nisso.

Mas o passado ninguem pode mudar, Brasil é o que é, sei lá como isso aconteceu.

Daí, Pernambuco mistorou tudo isso e mais e criou uma riqueza cultural admiravel. Como disse, ja falei noutros post de Egberto Gismonti e de Hermetto Pascoal. Só esses dois, poderiam assinar sem vergonha que é a criatividade mesma do pernambucano, mas há que tem outro mais.

A primeira vez que eu escutei a Lenine achei um rock muito diferente aquele que eu tinha escutado anteriomente. Uma música nova e muito criativa, de grande qualidade e dificil de encontrar.

Naquele tempo eu tinha ja escutado pouco de rock, a verdade estava noutras músicas que eram mais interessantes pra mim, mais ainda quando no Brasil era mais fácil identificar samba, bossa nova e MPB que aquilas outras músicas que ficaram muito tempo do lado, quase marginal.

Com Lenine, voltei de novo a apreciar o grande valor criativo que a música rock pode dar ainda.

Junto com outras músicas do Brasil, eu comprei nesses días LABITA 2.008 e fiquei fascinado com ele. Não sei se pra a critica é o melhor de Lenine ou não, mas es um trabalho de estudio exemplar, duma genialidade indescriptivel e duma grande qualidade profissional dos músicos.

Além do valor puramente musical, Lenine tem uma grande facilidade pra escrever e um compromisso ecologista (A Mancha) e social ( É Fogo) mas tambem com a música tradicional (Ciranda praiera).

É por isso, e por outros albumes que ja curti de Lenine, que o terço lado da criatividade pernambucana compartilha com Gismonti e Pascoal.

Será que eu sinto uma paixão especial dos anos em Recife? Pode ser. Mas acredite, Pernambuco tem muito que oferecer, a fila é longa e sem desmerecer a ninguém, ja tem na sua Historia tres gênios num mesmo seculo.


sexta-feira, 24 de abril de 2015

Carlinhos Vergueiro: 15 anos de carreira

Uns dos artistas brasileiros que lembro as vezes e volto a ele é Carlimnos Vergueiro (São Paulo, 1952).
A primeira vez que escutei o album Carlinhos Vergueiro 15 anos de carreira foi há mais de 20 anos e fiquei maravilhado com as músicas (algumas deles) do cantor, músico, compositor e produtor. Foi um programa da radio espanhola.

O álbum tem uma grande qualidade não só pelo trabalho mesmo mas também pelas parcerias (quero não deixar nenhum nome pra não esquecer de outros) de artistas com sucesso da MPB.

Não é fácil encontrar na Espanha muita música de Carlimnos Vergueiro, e as vezes muito cara pra aqueles que como eu ainda compra música.

Há  um grande paradoxo quando você ecnontrar uma música no youtube com tanta facilidade e accesivel pra qualquer um e não aquila que é pra comprar. Quem ainda pensa que uma e outra tem a mesma qualidade está-se enganando mas o problema é que hoje a maioria das pessoas não tem um ouvido tão especial pra saber quais delas merece a pena e qual é a diferença que uma coste dinheiro e a outra não. Infelizmente, o mundo da música anda nisso caminhos e os artistas sem conhecer ou sem controle de quais delas são legais e quais não.

Mas voltando a Carlinhos Vergueiro também como é dificil encontrar sua música aqui, é que alguém saiba que ele existe. Quando a gente com quens falo com algum sentido musical me conta Caetano Veloso, Maria Bethania, Chico Buarque ou Carlimnos Brown acho que ainda existe uma grande incultura musical no meu país (mas tambem no Brasil quando apenas lembram de Julio Iglesias o Alejandro Sanz). Há muitos artistas que ja foram reconhecidos na Europa e quando falo Europa é a França, Italia ou Alemnha maiormente. Apenas uns poucos temos uma discografia culta da música brasileira seja popular ou não.

Ainda assim, Carlinhos Vergueiro também es um desconhecido pra alguns brasileiros mesmo ele tenha um extenso trabalho discografico e uma longa carreira.

Mesmo que ainda alguns pensam que a globalizaão está abrindo novas portas, terei que dizer que nem tanto as portas são tão grandes, apenas portinhas porque engulindo tudo está a modernidade que traz outros artistas, outros tempos e outras maneiras de fazer música e o mercado continua sindo um mass-media pra o consumo e menos pra a arte.




domingo, 19 de abril de 2015

Com a cultura: joga limpo

No so muito de fazer seguimentos na net do muito ou pouco  que nos  motores de pesquisas se escreve sobre a palavra "berekekê". Certo es que o pai desse nome artistico ganha nos conteudos  (Geraldo Azevedo) tudo bem que ele merece.

Hoje, a veia curiossa que tudo ser humano leva junto ao resto dos orgaos que conforman nosso corpo foi na procura num conhecido motor de pesquisa e encontrei como rusos e brasileiros tem utilizado ilegal e injustaente de parte das minhas criaçoes. Nao resulta suspeito chega-se desses lugares onde parece que o conceito de espeito e ética nao parecem estar nos hits dos seus valores.

Por isto, quero lembraros de usar sempre aquilos sites garantidos que podem encontrar na Web Ofcial, 

Ante a dúvida, sempre a lógica ganha de qual é o lugar de procedencia das sacanagens doutros.

Ë mesmo assim que nenhum amigo ou amiga pode sair desses que estao usando pra lucro personal meu trabalho, mas bem alguem que ainda quer se convezer de que a cultura e a arte nao é merecedora de ser sosteniver.

NOTA DO AUTOR: Onde diz rusos e brasileiros eu nao estou fazendo acusaçao de TUDOS, apenas da fragilidade das leis pra melhorar isso, né?

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Escuta berekekê sem descarregar

Caros amigos e amigas:

Agora tuda minha música está disponiver sem descarregar. Com a tecnología Soundcloud você pode escutar sem descarregar o album. A oferta é limitada ate fim do mês.

Para accesar, entre na web oficial no contatos envie um e-mail com a palavra Soundcloud evaluación e terá um código de assinante para escutar o álbum MIRADORES 2.003 por um tempo limitado.

Web Oficiail berekekê

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

A explosão das cores

Cada ano, Brasil, e especialmente na Sapocaí, rinde culto ao melhor Carnaval do planeta, sem dúvida alguma.

E cada ano, a explosão das cores, a imaginação, a criatividade e o grande esforço que fazem as escolas de samba, volta para dizer a todos os contienentes: pessoal, o Carnaval tá aquí.

Com certeza, Brasil tem outros carnavais, todos respetaveis, cada um com sua tradição e raiz, mas o Carnaval do Rio é admiravelmente maravilhoso como a propria cidade.

E quantas pessoas trabalham para que um Carnaval seja possivel, es como se tuda a arte possivel fosse concentrada num ponto de unidade.

Não quero torcer aqui por nenhuma escola, acho que seria pouco elegante. Cada escola dedica suas máximas aspiraçoes e deixam deles o melhor que podem, só com estar aí, tudas tem o título de campeã.

Tambem não vou falar daquilas pessoas oportunistas que sem gostar muito da Carnaval, estão na procura de ficar na frente para que todos saibam que ela está aí.

Algum día, eu tambem vou estar lá, na Sapocaí, é um sonho espero conseguer, um enorme prazer de asistir ao vivo tamanho espectaculo onde um esquece os problemas do día a día,mergulhando noutra dimensão, onde ninguém es mais nem menos, simplesmente es.
Onde a democracia se mostra de verdade, onde o ser humano toma consciência da sua grandeza e da sua pequenez no universo.

Brasil, bom Carnaval

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Tradicionalidades

Temos falado aqui de Amadeu Magalhães, um músico exemplar da tradição portuguesa. Mas as vezes também esquecemos que um músico não vive do ar e que manter uma tradição musical es precisso pessoas com vontade de aprender um instrumento e escutadores ou escutantes (gosto não da palavra ouvinte que fica apenas na capacidade do ser humano de ouvir mas não necessariamente de comprender).

A Fundação Lapa do Lobo apresentou um dvd muito interessante do cavaquinho português: tradicionalidades.

Projetos como este são necessarios para manter viva a cultura e aprendizagem e carinho por um instrumento. Pode ser ate que alguém numas dessas maravilhosas atividades alguém apaixone-se e faça pedagogía e escola.

Quando um olha o presente da música, tem uma sensação de pánico de tudo isso acabar no maior dos esquecimentos. Es por isso que precissamos que as crianças façam o novo caminho das tradiçoes que são identidades dos povos e se vem da mão de pessoas como Magalhães o sucesso es garantido.

Parabens

Fundação Lapa do Lobo

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Ao resgate da viola campnaiça

Car@s amig@s:

Ja sabeis do meu grande interesse pelos instrumentos tradicionaiis não só de Portugal, mas es o asunto hoje falar dum deles: a viola campaniça.

Quando se fala de música portuguesa, muitos temos a considerar o fado, mesmo porque es alma e palpito de Portugal e da guitarra portuguesa ou o bandolin como representaes.

Mas felizmente, o país tem estilos e outros muitos instrumentos regionais ou tradicionais de grande importancia e que es necessario resgatar do esquecimento e da globalização, aquele gigante que engule tudo fazendo-nos iguais sem diferenças, algo que eu acho horrivel.

A viola campaniça é propria da região do chamado Baixo Alentejo e identidade de Castro Verde.

Es um cordófono de 5 ordens dupla com uma sonoridade muito característica e que era tocado geeralmente pra acompanhar danças ou cantos de romerías ou popular.

A viola campaniça, na década dos 80 do século passado era quase extinta, como está acontecendo com outros muitos instrumentos de música popoular ou tradicional.

Para sua recuperação foi transcendental o trabalho de José Alberto Sardinha no livro intitulado: A viola campaniça, o outro Alentejo, embaixo vocês tem o link porque merece a pena ter um trabalho de pesquisa que inclui 2 cd´s.

Mas não só um livro pode trazer de novo a vida um instrumento e aí temos ao músico e cantor Pedro Mestre que está fazendo que a viola campaniça volte a vida dos portuguesses e de tod@s aqueles que amamos a música tradicional seja do lugar que seja.

Houve um tempo que o universo sonoro do planeta era muito rico, apôs chegaram outros instrumentos que levaram o nome de "universais" e que deixaram no maior dos esquecimentos as identidades proprias de cada país, região ou cidade.

Es um grande prazer saber que a viola campaniça voltou de novo para nos lembrar que há outra música tão ou mais importante que es aquila que define aos povos de nosso planeta.

 Castro Verde Site Oficial

A viola campaniça: o outro Alentejo


sábado, 10 de janeiro de 2015

Kong 2.015 berekekê

Car@s aig@s:

Ja foi apresentado meu novo álbum Kong. Neste trabalho, mas que um homenagem ao filme de 1.976, es um  alegato na defensa do meio ambiente, das culturas nativas cada día mais devoradas pelos efeitos da globalização com a perda de indentidades tão necessarias para o enriquecimento de cada um e oposto a aquilos que querem um só homem, um só povo.

Es também um rejeito as prospecçoes petroliferas que Repsol, apoiado pela justiça, a politica e os empressarios começaram nas Ilhas Canarias ante a impotencia do povo canario que olha como seus recursos naturais estão sindo explorados pra beneficio de um e desgraça de muit@s.

Além disso, é tambem um reconhecimento a Dian Fossey, a antropología e ao conhecimento e a pesquisa do saber que leve a conciencia dum planeta para tod@s.

Nove faixas mais perto de John Barry que de Max Steiner, ambos dois compositores aos que profeso uma profunda admiração.

Quem esté a procura de novas tendencias, experimentos ou ache uma mudança no género e estilo vai se sentir profundamente decepcionado. Kong não tem pretensoes vanguardistas é melhor se deixar levar pelos sentimentos mais que pelo analises.

Cd Baby ja tem o álbum a sua disposição e em nesses dias também noutras lojas virtuais como Amazon ou iTunes.

Para quem quiser escutar os trechos é só accesar na Web Oficial no menú MEDIA.

Fique a vontade.

Kong CD Baby

Web Oficial berekekê