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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

A explosão das cores

Cada ano, Brasil, e especialmente na Sapocaí, rinde culto ao melhor Carnaval do planeta, sem dúvida alguma.

E cada ano, a explosão das cores, a imaginação, a criatividade e o grande esforço que fazem as escolas de samba, volta para dizer a todos os contienentes: pessoal, o Carnaval tá aquí.

Com certeza, Brasil tem outros carnavais, todos respetaveis, cada um com sua tradição e raiz, mas o Carnaval do Rio é admiravelmente maravilhoso como a propria cidade.

E quantas pessoas trabalham para que um Carnaval seja possivel, es como se tuda a arte possivel fosse concentrada num ponto de unidade.

Não quero torcer aqui por nenhuma escola, acho que seria pouco elegante. Cada escola dedica suas máximas aspiraçoes e deixam deles o melhor que podem, só com estar aí, tudas tem o título de campeã.

Tambem não vou falar daquilas pessoas oportunistas que sem gostar muito da Carnaval, estão na procura de ficar na frente para que todos saibam que ela está aí.

Algum día, eu tambem vou estar lá, na Sapocaí, é um sonho espero conseguer, um enorme prazer de asistir ao vivo tamanho espectaculo onde um esquece os problemas do día a día,mergulhando noutra dimensão, onde ninguém es mais nem menos, simplesmente es.
Onde a democracia se mostra de verdade, onde o ser humano toma consciência da sua grandeza e da sua pequenez no universo.

Brasil, bom Carnaval

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Tradicionalidades

Temos falado aqui de Amadeu Magalhães, um músico exemplar da tradição portuguesa. Mas as vezes também esquecemos que um músico não vive do ar e que manter uma tradição musical es precisso pessoas com vontade de aprender um instrumento e escutadores ou escutantes (gosto não da palavra ouvinte que fica apenas na capacidade do ser humano de ouvir mas não necessariamente de comprender).

A Fundação Lapa do Lobo apresentou um dvd muito interessante do cavaquinho português: tradicionalidades.

Projetos como este são necessarios para manter viva a cultura e aprendizagem e carinho por um instrumento. Pode ser ate que alguém numas dessas maravilhosas atividades alguém apaixone-se e faça pedagogía e escola.

Quando um olha o presente da música, tem uma sensação de pánico de tudo isso acabar no maior dos esquecimentos. Es por isso que precissamos que as crianças façam o novo caminho das tradiçoes que são identidades dos povos e se vem da mão de pessoas como Magalhães o sucesso es garantido.

Parabens

Fundação Lapa do Lobo

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Ao resgate da viola campnaiça

Car@s amig@s:

Ja sabeis do meu grande interesse pelos instrumentos tradicionaiis não só de Portugal, mas es o asunto hoje falar dum deles: a viola campaniça.

Quando se fala de música portuguesa, muitos temos a considerar o fado, mesmo porque es alma e palpito de Portugal e da guitarra portuguesa ou o bandolin como representaes.

Mas felizmente, o país tem estilos e outros muitos instrumentos regionais ou tradicionais de grande importancia e que es necessario resgatar do esquecimento e da globalização, aquele gigante que engule tudo fazendo-nos iguais sem diferenças, algo que eu acho horrivel.

A viola campaniça é propria da região do chamado Baixo Alentejo e identidade de Castro Verde.

Es um cordófono de 5 ordens dupla com uma sonoridade muito característica e que era tocado geeralmente pra acompanhar danças ou cantos de romerías ou popular.

A viola campaniça, na década dos 80 do século passado era quase extinta, como está acontecendo com outros muitos instrumentos de música popoular ou tradicional.

Para sua recuperação foi transcendental o trabalho de José Alberto Sardinha no livro intitulado: A viola campaniça, o outro Alentejo, embaixo vocês tem o link porque merece a pena ter um trabalho de pesquisa que inclui 2 cd´s.

Mas não só um livro pode trazer de novo a vida um instrumento e aí temos ao músico e cantor Pedro Mestre que está fazendo que a viola campaniça volte a vida dos portuguesses e de tod@s aqueles que amamos a música tradicional seja do lugar que seja.

Houve um tempo que o universo sonoro do planeta era muito rico, apôs chegaram outros instrumentos que levaram o nome de "universais" e que deixaram no maior dos esquecimentos as identidades proprias de cada país, região ou cidade.

Es um grande prazer saber que a viola campaniça voltou de novo para nos lembrar que há outra música tão ou mais importante que es aquila que define aos povos de nosso planeta.

 Castro Verde Site Oficial

A viola campaniça: o outro Alentejo