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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Lysia Conde: do íntimo da tradição brasileira

A cantora nascida em Minas Gerais (Brasil) es um exemplo de quanto trabalho leva fazer uma carreira na música.

Seu primeiro trablaho, intitulado Lysia Conde 2.014 foi gravado no estudio de Sérgio Farias, quém tem feito os arranjos e a direção musical, no ano 2.011. Ate 2.013 no foi masterizado.

Com certeza, o esforço e a espera mereceu a pena.

Lysia Conde foi formada em Antropologia e daí es possivel que seu trabalho musical tem a tentativa de mergulhar na tradição na procura e resgate da autenticidade ou ao menos a resposta a quens somos.

As onze faixas tem uma continuidad e coêrencia artística. Uma voz doce e intimista, leve, afinada e bem transparente cortejada por poucos mas excelentes músicos, aqueles nem um mais nem um menos que a música precisa.

O trabalho de estudo es impecável, duma grande qualidade que obriga pelos "vazios" sonoros a esforzar-se ainda mais.

Falando de Lysia, também a voz está sometida a um estrito controle, muito dificil de conseguer uma boa afinação quando a voz fica no primeiro plano, daí o grande talento da cantora e seu álbum.

Mesmo que eu não gosto muito de versões feitas noutros idiomas, "Duerme negrito" duma música tradicional da Venezuela es exemplar do jeito que Lysia consegue explorar as riquezas sonoras da letra e a música. Noutras, a mixtura Brasil-Portugal es muito interesante.

Como es minha costume a lista dos músicos: Sérgio Farias (violão, baixolão, Antônio de Padua (congas), Sami Tarik (percussão), Zé Hilton (acordeon), Di Steffano (batería),Jow Ferreira (violão), Antonio Guimaraes (contrabaixo), Carlos Zeus (flauta).

Esperamos um novo trabalho da cantora que tem demostrado um enorme talento e gosto musical. Ate então, seu primeiro trabalho marca o ruteiro no íntimo da tradição brasileira.

Site oficial da cantora


segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Mocidade Independente faz uma homenagem a Dom Quixote

Nessa explosão das cores, das emoções, da imaginação e criatividade que cada ano brilha na Cidade Maravilhosa, os carnavalescos Alexandre Louzada e Ëdson Pereira apresentam no 2016 uma alegoría de nosso Dom Quixote. Parabens pelo trablaho.

A mixtura de duas tradições muito diferenciadasse dão a mão do lado da crítica social tão necessaria para abrir os olhos de quens querem um Brasil melhor, como diz o grande mestre Milton Cunha, o povo que precissa de literatura, de cultura e intelectualidade. Mas só aquele que não quer escravisar´se a ignoranicia e aos prazeres banais de Sancho Panza vai no camino certo. Infelizmente, eu vejo ainda muito Brasil naoutra linha mesmo sindo consciente disso.

Mas para fazer justiça, que ninguém queira ser um povre Dom Quixote, um louco, como canta o samba da Mocidade na procura daquilo que só está na sua cabeça. escravo de sim mesmo.

Foi assim que o livro de Cervantes faz brincadeira dos que estão na procura de coisas intangiveis, irreais mesmo também um tenha direito a sonhar.

Ë isso o que a  Mocidade Independente do Padre Miguel vem fazendo desde 1955 no bairro que leva seu nome, e todas as escolas de samba fazem uma vez por ano. O Marqués de Sapucaí es La Mancha do brasileiro e seu Carnaval tão grande, imposivel de imitar, seu Dom Quixote.

Algum día, não importa quando nem como, eu estarei lá, apenas para uma vez na miha vida ser testigo de esse grande sucesso que faz possivel que cada homen e cada mulher fiquem unidos sem distinção alguma, a maior democracia que fazem seres humanos livres compartilhando os escasos días que tem a felicidade, pos tristeza, issa, não tem fim (Sabedoria brasileira)

Feliz Carnaval.

Mocidade Independente do Padre Miguel desifle 2016