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domingo, 7 de agosto de 2016

Gambiarra não, a paixão do brasileiro.

Se eu dizer agora o dier minha aprovação do grande erro de commemorar uns Jogos Olimpicos no Rio num momento de grande crise económica sería um hipocrita. O quem paga a conta fica ainda na frente dos meus pensamentos.

Mas uma coisa es fazer critica para pensar e outra bem diferente es para derrubar.

Achar que a cerimônia foi uma gambiarra es uma grande ofensa para o proprio povo brasileiro, mesmo quando a critia vem do interior do país.

Gambiarra es uma palavra tupí-guaraní que faz referencia a construção dum acampamento provisorio, mas acho que aquí o termo tem sido usado para se idnetificar com trabalho malfeito o que os espanhois chamamos de "chapuza".

Es uma falta de sensibilidade que reflete uma vontade de derrubar qualquer boa intencionalidade. Só teria que bastar dizer que 15.000 pessoas vonluntários deixaram de fazer outra coisa na imensurável tarefa de deixar uma boa lembrança e dignididade do seu país para com o mundo e eu dou meus parebens a eles e elas porque esse es o verdadeiro espírito brasileiro.

Falando da cerimônia de abertura também es obrigado dar parabens os increiveis arranjos das grandes músicas que não podiam faltar numa apresentação do que es o Brasil: País Tropical, Samba do Avião, Toada e desafio do grande Capiba e a criativa versão de Construção do não menos grande Chico Buarque.

A trilha foi mais que digna, foi um claro exemplo da qualidade dos músicos e compositores brasileiros. Isto só falando do lado musical, a midia foi um festival da cor na passagem da Historia do povo brasileiro que Mario de Andrade descreve no Macunaíma.

No Brasil há coisas que não mudam, é claro, algumas boas outras menos. Mas, quem tivesse entendido outra forma de apresentar uns Jogos no Rio?

Os criticos derrubadores de qualquer forma de desenvolvimento não levam medalha, porque o jogo e o espoete tem como axioma ter as mãos limpas.