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quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

Solidão, esquecimento e injustiça

Na historia dos compositores acontece as vezes que passam pela vida sem ter sido reconhecido. É o caso do compositor e músico José María de Abreu (quem curiosamente era chamado Rei da valsa).

A solidão, o esquecimento e a injustiça ficam do lado de muitos composiotres como ele (também noutras áreas do ser humano).

José María de Abreu nasceu em Jacarei no 1911 e falheceu em Río de Janeiro no 1.966. Seu pai ensinou-lhe a tocar piano e outros instrumentos como o violão ou trompete e sua mãe no canto.

A solidão do compositor é quando são outros os que fazem sucessos suas músicas e com elas chega o esquecimento daquele (não é Dick Farney o compositor de Alguém como tú como ja vi em algumas páginas de letras dessa linda música de Abreu) e com o esquecimento chega a injustiça e passar pelo mundo sem ter sido reconhecdo ou pior ainda roubando o que é por dieito proprio dele.

Acontece também, e faz parte da vida do compositor, que alguns aproveitam a originalidade dum compositor para fazer copias ou imitações conseguindo a fama com isso. Mas neste último caso, só os ignorantes não tomam conta de quém foi primeiro o criador e procuram na imitação a realidade e a qualidade.

Num país como Brasil, onde tem compostiores, músicos, artistas por metro quadrado, é muito fácil que Abreu continue lá, no esquecimento, na injustça e na sua solidão. Só é privilegio duns poucos reconhecer e dar o lugar que merece. Mas se alguma vez acha que algma música tem a capacidade de chegar além do seu coração, admire a seu cantor/cantora mas nunca esqueça quem colocou as notas certas no lugar certo para chegar até tú.

Radio Cultura